Crítica - Top Gun: Maverick (2022)


Título: Top Gun: Maverick

Direção: Joseph Kosinski

Roteiro: Jim Cash, Christopher McQuarrie

Elenco: Tom Cruise, Miles Teller, Jennifer Connelly, Jon Hamm, Glen Powell, Monica Barbaro, Jay Ellis, Danny Ramirez, Val Kilmer

Classificação:

Sinopse: Depois de mais de 30 anos de serviço como um dos principais aviadores da Marinha, Pete "Maverick" Mitchell está de volta, rompendo os limites como um piloto de testes corajoso. No mundo contemporâneo das guerras tecnológicas, Maverick enfrenta drones e prova que o fator humano ainda é essencial.

Crítica | Chamas da Vingança

 



Título: Chamas da Vingança

Direção: Keith Tomas 

Roteiro: Scott Teems 

Elenco: Ryan Kiera Armstrong (‘American Horror Story: Double Feature’) e Zac Efron (‘O Rei do Show’) estrelam a produção. O elenco ainda conta com Sydney Lemmon, Gloria Reuben e Michael Greyeyes.

Sinopse: O filme conta a trama do pai Andy McGee (Zac Efron) e uma mãe, Victoria ( Sydney Lemmon) que são submetidos há um experimento via placebo e acabam por consequência desenvolvendo habilidades de telecinésia e precisam proteger a sua filha Charlie ( Ryan Kiera Armstrong) que desenvolve habilidades pirocinéticas e é sequestrada por uma agência secreta do governo que quer estudá-la e usar seus poderes como uma arma para fins militares. 

                                     Crítica  

Confesso que a premissa do filme me chamou muito atenção, eu adoro o universo do Stephen King junto ao Kubrick sobre pessoas iluminadas, essa produção que nada mais é do que uma readaptação do King de A incendiária de 1984 (estrelada por Drew Barrymore) o diretor Kaith Thomas continuou surfando na onda de King após o sucesso de It: A coisa há alguns anos atrás, o longa infelizmente deixa a desejar em vários aspectos, perdendo de explorar um potencial gigantesco de personagens ambíguos que trazem características tanto de super-heróis quanto de vilões. 

Logo de início somos apresentados aos pais que tentam a todo custo reprimir não só os seus poderes como os da filha, o que me deixou incomodada por que quem não espera alguém te caçando quando você tem poderes magníficos? E você não treina e não usa eles pra proteção? Só, simplesmente abdica deles e reprime pra tentar viver como alguém normal? Acho que o roteiro deixa muito a desejar nesse quesito, sem falar que vê o Zac Efron de pai, foi no mínimo... Estranho, eterno Troy. 

Logo em seguida somos apresentados ao vilão, John ( Michael Greyeyes) que também possui poderes, dentre eles, ler mentes. Que é quem tem a missão de capturar a Charlie em vida para ser explorada, a ironia é que ele quebra assim que a mãe da Charlie diz que quando ele a conhecer, entenderá tudo e por que ele vai atrás dos seus e não de quem quer estudar e explorar eles, assim que ele sente o poder da Charlie o cara simplesmente quebra, perde a magia, o brilho, o que seria o toque de adelina, violência e ação do filme, é hilário presenciar como a direção te dá ganchos incríveis e simplesmente não aproveita ou acaba com eles em questão de minutos com uma cena totalmente patética.

Mas o filme não é só fiascos, a Charlie ( Ryan Kiera Armstrong) cumpre seu papel de criança esquisita e desajustada com poderes que não sabe controlar, de forma muito eficaz, traz claras referências a Carrie A estranha, com os cabelos esvoaçantes e todo o seu poder e não-domínio do fogo que a consome até certo momento, os efeitos especiais são bons para o que se propuseram, o enredo apesar de fraco, consegue entregar o que se propôs desde o início, uma história com grande potencial mas que não o explorou tanto e ficou no básico, deixando ainda sim um gancho para um próximo filme que eu espero que seja bem melhor e que de fato, explorem a idéia de pessoas normais com poderes absurdos. O filme é mediano mas bom se você quer um suspense com pitadas de terror sútil.




Resenha: Se liga, Dani Brown | Talia Hibbert

 Título: Se Liga, Dani Brown

Autor: Talia Hibbert

Editora: Paralela

Sinopse: Dani Brown precisa de um sinal. Tudo que ela quer é alguém com quem possa se divertir, sem complicações ou sentimentos envolvidos. O problema é encontrar essa pessoa, por isso ela pede ao universo que lhe avise se aparecer alguém que preencha os requisitos.

Quando acaba presa em um elevador durante um treinamento de incêndio e é resgatada por Zaf, o segurança rabugento de quem é mais ou menos amiga, Dani pensa ter entendido o recado e começa a bolar um plano para seduzi-lo.

Nenhum dos dois espera que o resgate gere rumores de que eles estejam juntos. Muito menos que tais rumores tragam benefícios para suas vidas, o que os leva a encenar um namoro de mentira.
Nos bastidores, porém, Dani continua firme com seu plano de seduzir Zaf e conseguir o que quer, mas aos poucos essa amizade colorida se torna mais complicada que sua tese de doutorado.
Será que o tiro saiu pela culatra? Ou será que esse é o verdadeiro sinal do universo e Dani só precisa se ligar para ver?

Resenha: Missão 1 | Cristiane Dias

Título: Missão 1 (Guarda eterna)
Autora: Cristiane Dias
Editora: Independente
Número de páginas: 156

Sinopse: Dak-ho é um cara legal, apesar das brigas na escola, é um rapaz bom e trabalhador que não pensaria duas vezes em se sacrificar por quem ele ama, e ele não pensou mesmo. Agora envolvido com seres que ele julgava mitológicos, o rapaz terá que lutar por sua vida e quem sabe salvar o mundo.

E acima de tudo, lutar pela vida de uma amiga que o ajudou quando ele mais precisou, mas necessita de mais ajuda do que Dak-ho.

Acompanhe Dak-ho nessa aventura pela Coreia do Sul e por um mundo mais assustador do que ele imaginava.

Resenha: E se fosse verdade? | Penelope Ward e Vi Keeland

Título: E se fosse verdade?
Autoras:  Penelope Ward e Vi Keeland
Editora: Charme
Número de páginas:405

Sinopse: Encontrar um bom colega de casa pelos classificados não é tão fácil quanto parece. Eu estava começando a perder a esperança. Até alguém bater na minha porta e Deus ouvir minhas preces.

Só que… ãh… prece errada, Deus.

Eu realmente tinha pedido mais de uma vez para o cara lá de cima encontrar um homem lindo de morrer para mim… só que não como meu colega de casa. Por mais que ele fosse divertido e carismático, eu não ficaria confortável morando com um homem, então eu lamentavelmente recusei. Mas aí apareceram cupcakes na minha porta ― recém-feitos por Declan e tão deliciosamente pecaminosos quanto ele. Pode-se dizer que ele era persistente.

Em certo momento, cedi. Não tinha outro candidato viável, de qualquer forma. Além do mais, eu estava interessada em outra pessoa. E Declan, em outra mulher. Portanto, nada aconteceria no quesito romance. Quando ele se mudou, nos tornamos melhores amigos. Até começamos a dar conselhos um para o outro sobre como fazer nossos crushes prestarem atenção em nós.

Eventualmente, Declan teve uma ideia: deveríamos fingir sermos um casal para deixar nossos interesses amorosos com ciúme. Fiquei hesitante, porém concordei, mesmo assim. Para minha surpresa, seu plano maluco deu certo. Agora eu estava saindo com o suposto homem dos meus sonhos, e o meu melhor amigo, com a mulher dos sonhos dele.

Mas havia um problema.
Eu não conseguia parar de pensar em Declan.
Sabe aqueles sentimentos que estávamos tentando fingir?
Pois é… Eu não estava mais fingindo.