Resenha: A maldição do vencedor | Marie Rutkoski

Título: A maldição do Vencedor - Trilogia do Vencedor #1
Autor:  Marie Rutkoski
Editora: Plataforma 21
Número de páginas: 328
Classificação:
Sinopse: Kestrel quer ser dona do próprio destino. Alistar-se no Exército ou casar-se não fazem parte dos seus planos. Contrariando as vontades do pai - o poderoso general de Valória, reconhecido por liderar batalhas e conquistar outros povos -, a jovem insiste em sua rebeldia. Ironicamente, na busca pela própria liberdade, Kestrel acaba comprando um escravo em um leilão. O valor da compra chega a ser escandaloso, e mal sabe ela que esse ato impensado lhe custará muito mais do que moedas valorianas. O mistério em torno do escravo é hipnotizante. Os olhos de Arin escondem segredos profundos que, aos poucos, começam a emergir, mas há sempre algo que impede Kestrel de tocá-los. Dois povos inimigos, a guerra iminente e uma atração proibida... As origens que separam Kestrel de Arin são as mesmas que os obrigarão a lutarem juntos, mas por razões opostas. A Maldição do Vencedor é um verdadeiro triunfo lírico no universo das narrativas fantásticas. Com sua escrita poderosa, Marie Rutkoski constrói um épico de beleza indômita. Em um mundo dividido entre o desejo e a escolha, o dominador e o dominado, a razão e a emoção, de que lado você permanecerá?



                                                – Resenha –

“A felicidade depende de ser livre (…) e a liberdade depende de ter coragem.”

O que é a tal “maldição do vencedor”? Bem, em leilões, quem dá o lance mais alto, leva o produto, certo? Quem não levou, ou achava que não valia a pena por aquele valor, ou não tinha dinheiro mesmo. Ou seja, quem compra em leilão pode acabar pagando mais caro por um produto, sofrendo a maldição do vencedor.

E o que raios isso tem a ver com esse livro?

Calma, primeiro uma introdução ao universo do livro: houve uma guerra entre os Valorians e os Herranis. 

E quem são eles?

Os Valorians tem uma cultura extremamente militarista, sabem muito sobre guerra, são estrategistas e possuem um general poderoso.
Já os Herranis eram um povo conhecido por seus dons na arte e na música, acreditavam em vários deuses, possuíam uma boa educação, mas não eram ligados à cultura da guerra. 
Tornaram-se, então, escravos dos Valorians.

Kestrel é Valoriana, filha do general (sim, o general poderoso da guerra que citei acima). Arin é Herrani, e, enquanto Kestrel passeia com sua amiga Jess, Arin está sendo vendido num leilão. Kestrel paga por ele um preço exorbitante porque dizem que ele canta, e ela é apaixonada por música.

Na verdade, ninguém entende o motivo de Kestrel pagar tanto por um escravo, nem ela mesma. Com o tempo, os dois vão se conhecendo e ocorre um romance. Só que o romance não é a principal trama, não. Há muita coisa acontecendo e o romance é apenas mais uma.

O que mais? Pra finalizar, então, além de recomendar fortemente o livro… Kestrel não é uma típica Valoriana. Ela gosta de música, tocar piano. Não gosta de lutar, não está interessada em guerras. E seu pai percebe isso.

“Nada nos sonhos pode ferir você.”



.

2 comentários:

  1. Nunca nem tinha ouvido falar desse livro! Tenho que admitir que ando um pouco desatualizada com o lançamentos, mas super me interessei por esse livro. Proposta diferente essa, não? Parece legal! Beijos, Jú (docurailusoria.blogspot.com)

    ResponderExcluir
  2. Esse livro parece bem legal! Me interessei muito e já quero ler XD
    Gislaine | Paraíso da Leitura

    ResponderExcluir