Resenha: Star Wars - Lordes dos Sith | Paul S. Kemp

Título: Star Wars - Lordes dos Sith
Autor:  Paul S. Kemp
Editora: Aleph
Número de páginas: 352
Classificação: 
Sinopse: Anakin Skywalker, cavaleiro Jedi, é só uma distante lembrança. Darth Vader, recém nomeado como lorde Sith, está em ascensão. O aprendiz escolhido pelo Imperador provou rapidamente seu compromisso com o lado sombrio. Porém, a história da ordem Sith envolve duplicidade, traição e pupilos violentamente tomando o lugar de seus mestres, e a verdadeira lealdade de Vader ainda não foi provada – até agora. Em Ryloth, planeta explorado e escravizado pelo Império, um colérico movimento de resistência vai tentar atacar o coração de uma ditadura implacável, em uma ousada missão para assassinar seus líderes. Para o Imperador e Darth Vader, Ryloth se torna mais do que uma insurreição a ser detida. Quando uma emboscada os derruba na superfície do planeta, o relacionamento entre eles será colocado à prova como nunca antes. Podendo contar apenas com seus sabres de luz, o lado negro da Força e a ajuda um do outro, os dois Sith precisarão decidir se os laços brutais que dividem os farão aliados vitoriosos ou adversários letais.



                                                – Resenha –


“Antigamente, quando era Jedi, meditava para encontrar a paz. Agora, meditava para aguçar a raiva.”

Lordes dos Sith é mais um livro do cânone de Star Wars. Ambientado entre os episódios III e IV, Lordes dos Sith deveria falar praticamente apenas sobre Darth Vader e Palpatine. Mas acho que o livro ficou mais focado nos Rebeldes de Ryloth, e como eles querem acabar com o Império, Vader e Palpatine. 

Obviamente, isso não me fez desgostar da leitura, mas, por isso, acho que o livro poderia ter outro nome. hahaha

Cham Syndulla, pai de Hera Syndulla (do meu livro preferido do cânone — Um novo amanhecer, — e também da série Rebels) é o líder da rebelião Ryloth Livre. Rebelião esta que está começando a incomodar o Império, porque cresce a cada dia. Cham tem um braço direito, uma moça chamada Isval, e são dois personagens incríveis, e ao mesmo tempo opostos e semelhantes.

Eu adorei o modo como Paul Kemp conduziu da história. Simplesmente não consegui largar o livro até acabar. Não há altos e baixos, não há capítulos chatos. Todos os capítulos tem ação, todos os capítulos tem algo importante acontecendo, todos os capítulos nos fazem ter mais vontade ainda de ir para o próximo!
“Subalternos devem sempre se sentir desconfortáveis na presença dos superiores (…) não concorda?”

 
Como o livro é “Lordes dos Sith” e eu já critiquei um pouco a falta de foco em Vader e Palpatine, agora preciso elogiar, e muito, as cenas dos dois: Vader está no começo de sua vida como Sith, e ainda pensa em seus antigos amigos, as brigas, Padmé… e, sim, ficamos agoniados com os sentimentos conflitantes de Vader. E também temos mais da maldade de Palpatine, de como ele manipula Vader, manipula seus sentimentos, provoca seu ódio.

Vale a pena? Vale. Principalmente as passagens de Vader e Palpatine. Amei os rebeldes e a história é maravilhosa, mas obviamente eles falharam no plano, então a gente já lê esperando o pior. hahaha. Os livros cânones estão muito bons, tô gostando de ver! :)

“Ele sabia que a armadura aterrorizava os outros, e isso lhe dava prazer. Usava o terror como ferramenta para alcançar seus objetivos. Certa vez, Yoda lhe dissera que o medo conduzia ao ódio, e o ódio ao sofrimento. Mas Yoda se enganara. O medo era a ferramenta usada pelos poderosos para acovardar os fracos. A fonte do poder verdadeiro era o ódio.”




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