Crítica: Lembranças de um Amor Eterno | La Corrispondenza

Título: Lembranças de um Amor Eterno
Estreia: 22 de setembro de 2016
Direção: Giuseppe Tornatore
Roteiro: Giuseppe Tornatore

Elenco: Jeremy Irons e Olga Kurylenko

Classificação: 

Sinopse: Em 6 anos de romance por correspondências e encontros casuais, Amy Ryan (Olga Kurylenko) e Ed (Jeremy Irons) se reencontram em um hotel durante uma conferência de Astrofísica. Ed, porém, precisa embarcar em um voo de volta para sua cidade. Os dois continuam com sua troca de mensagens quando, durante um seminário, ela descobre que nunca mais poderá vê-lo. O professor, muito inteligente, desenvolve um meio de estar sempre presente nos momentos da vida de sua amada, numa demonstração linda da falta de limites em amar.


Quem nunca amou e deu conselhos sobre amor?! Bom, esqueça todos conselhos. Para o amor entre este casal não existe fórmula, precedente ou "acho que você deveria..."

Amy Ryan é uma jovem mulher, muito atraente, estudante de Astrofísica, trabalha como duble de cenas perigosas (que loucura cara) e perdidamente apaixonada pelo professor, Ed Phoerum. Este por sua vez, muito mais velho, pai e também muito apaixonado pela dama (algo entre amor com pitadas paternalistas).

Após uma conferência, onde os dois se reencontram, se beijam e se juram de amor, Ed precisa voltar para sua família em outra cidade, prometendo encontra-la novamente em sua próxima oratória. O problema é que, neste dia, Ed não pode cumprir sua promessa. Amy recebe o aviso de que o professor faleceu a alguns dias devido a uma doença.

A jovem Amy encontra-se desesperada, devido à perda de seu grande amor. Mas algo de estranho começa a acontecer. O inteligente professor, com seu paternalismo, planeja uma maneira de estar sempre presente nos momentos mais importantes da vida dela. Ajudando-a, dando-lhe coragem e cortejos através de vídeos, cartas, e-mails e mensagens por celular. Como ele faz isso? Bom, digamos que ele seja "o Bruxo" ("o stalker" haha).

Como uma atitude comum, é normal que com o tempo as pessoas procurem formas de preencher o vazio com festas, estudos, novos romances... Amy, ao contrário, se desespera quando as comunicações de seu falecido amado cessam. Nossa dama acaba indo em busca de respostas, como: "de onde vieram as cartas" e "o que é necessário para elas voltarem". Após uma viagem até a cidade onde ele morava, Amy começa a ligar alguns pontos e encontrar respostas para ter seu professor de volta (ou, pelo menos, suas mensagens).

E é isso ai galera, entre idas e vindas, momentos angustiantes e outros cuti-cutis... Amy e Ed nos envolve com seu romance idealizado, diferente e puro. Entre paisagens e cidades de tirar o fôlego e momentos interessantes, recomendo conferir nos cinemas mais próximos as lembranças de Amy e seu amor eterno.

Escrito por: Ian Improta

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