Crítica | Meu Malvado Favorito 3


Filme: Meu Malvado Favorito 3 (Despicable me 3)
Estreia: 29 de junho de 2017
Direção: Pierre Coffin e Kyle Balda


Dublagem: 
   Leandro Hassum como Gru;
   Leandro Hassum como Dru;
   Evandro Mesquita como Balthazar Bratt;
   Maria Clara Gueiros como Lucy.


Classificação:





Crítica


Mais um filme divertidíssimo deste universo louco em que um super vilão se torna um super pai. Para quem já curte a história de Gru, ex-vilão e atual espião da agência AVL (Liga Anti-Vilões), na companhia dos seus (não tão) fiéis Minions, embarcam no cinema e nas bancas, lojas, roupas, cadernos... É, a febre amarela dos minions está de volta.


O que a saga perdia nos outros filmes, acertaram muito bem nesse. A proposta foi trazer os bons elementos que já faziam sucesso e acrescentar um bom vilão, mais músicas e muitas referências. Além do enredo fácil de acompanhar, muita animação, personagens carismáticos e excelentes dublagens, desta vez a Universal e a Illumination provocam os pais que acompanham seus filhos a relembrar dos anos 80 com muitas referências musicais e visuais característicos.

No auge de sua carreira na AVL, Gru batalha contra o pentelho do Balthazar Bratt, um astro do cinema infantil que cresce em seu papel de “Um menino muito mal”. Bratt é largado pelo cinema e vira uma vilão cheio de personalidade e rancor por Hollywood. Segundo os baianos, esse “mete dança”. Dono de um “visu” bem retro, com polainas, bigodes e ombreiras pontudas, o pentelho rouba as primeiras cenas com uma sequência de dança do Michael Jackson muito boa. Além de que durante todo o filme o que não falta é música boa e dança. Em todos os três filmes, este foi o mais bem motivado e bem elaborado vilão.

Em sua busca por derrotar seu novo inimigo, Gru é convidado para conhecer seu irmão gêmeo, Dru, um sósia idêntico ao próprio. Se não fosse por uma cabeleira loira, uma personalidade alegre e sorridente, roupas brancas. Pensando bem, ele é quase o oposto do irmão (hehe). Dru precisa que o irmão o ensine as artes da vilania, o antigo ofício do falecido pai. Porém, nosso querido Gru nem pensa mais em ser o vilão e tudo que ele quer é voltar para a AVL e sua família.

E falando nela, a família tem grande papel neste longa com todas as preocupações em ser o melhor para seus filhos, ciúmes e intrigas. Nossa querida Lucy volta cheia de personalidade e charme, uma nova mãe preocupada em ser querida pelas três fofuras. Agnes, Edith e Margo, inclusive, tem muito mais espaço, incluindo a aventura da Agnes em busca de um unicórnio.

Não menos importante, não menos engraçados e com bastante aproveitamento, os Minions. Os produtores não pecaram com excesso, mas aproveitaram bastante nas cenas cômicas e musicais. Os minions dominam tudo, menos o plot principal, ocupando uma história paralela em que dançam, participam de um concurso de canto, dominam um presídio e arrancam boas risadas.



Sem culpa e de uma forma muito tranquila, assistir a Meu Malvado Favorito 3 é uma comédia boa e relaxante para toda família sair com um pouco de diversão e boas ideias de músicas para voltar a ouvir.

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