Crítica | Fome de Poder


Título :Fome de Poder (The Founder)
Direção: John Lee Hancock
Elenco: Michael Keaton, Nick Offerman, John Carroll Lynch, Laura Dern, Patrick Wilson, Linda Cardellini, B. J. Novak.

Classificação:

Sinopse
O filme conta de forma incrível a ascensão do império da marca mais norte americana possível, esta é uma cine biografia de como Ray Kroc, um pequeno empreendedor e vendedor com uma grande ambição revolucionou o mercado de restaurantes no mundo.

                                                                       Crítica 


Quando pensamos em fast food, o primeiro pensamento que tenho é Hambúrguer, o segundo é uma musica bonita e muito legal que cita todos os ingredientes e o famoso molho especial com cebola e picles.

Quando estamos em uma estrada e vemos os arcos dourados que formam um “M” sabemos que ali tem uma comida rápida e prática, não tão saudável porém prática, este é o posicionamento de mercado que o McDonald’s tem, esta muito bem guardado na mente de nós consumidores.

O filme retrata a ligação entre Ray Kroc (Michael Keaton) um vendedor de misturador para milkshake que está em péssimo momento e é surpreendido com a notícia de que um restaurante em San Bernadino – Califórnia solicita muitos misturadores. Descrente com o pedido Ray viaja para conhecer tal cliente.

Temos a primeira visão do Mcdonald’s, um oásis entre a mesmice dos drive in comuns na década de 50, fundada pelos irmãos Maurice “Mac” McDonald (John Carrol Lynch) e Richard “Dick” McDonald (Nick Offerman).

 O grande diferencial do restaurante é o processo de produção que muito se assemelha a uma fábrica, com premissas do que hoje é a produção enxuta (lean manufacturing). Tendo os irmãos idealizado o melhor layout e sequência dos processos de produção dos hambúrgueres.

A fascinação de Ray é instantânea e ele decide que tem que participar disto de alguma forma, ele enxerga o potencial de crescimento e assim a trama real vai se desenvolvendo e mostrando a evolução da rede.

Destaque para a atuação de Michael Keaton que incrível, transbordando toda a ambição que tange o verdadeiro Ray e a direção de John Lee.


0 comentários:

Deixe seu comentário