Título: Soul Eater.
Autor: Atsushi Okubo.
Ano: 2008.
Gênero: Ação, Aventura,
Sobrenatural, School Life, Shonen.
Episódios: 51 (25 volumes, 113
capítulos).
Sinopse: “ Soul Eater conta a
história dos artesãos estudantes da Escola Shibusen. Cada um tem uma arma
diferente, que é também seu parceiro. Todos os estudantes e armas vão as aulas,
e tem deve de casa para fazer, que normalmente consiste em capturar uma certa
alma o manter a paz no mundo. Cada artesão tenta ajudar da melhor forma possível
o seu companheiro, para que ele possa se tornar uma “Death Scyte” e para isso a
arma deve comer 99 ovos de kishin e a alma de uma bruxa”.
Soul Eater é um daqueles
arquivos que você tem no PC (ou notbook), que sobrevive a todas as “limpezas”
que você faz para conseguir um pouco mais de espaço. Bom, eu sei que não consigo
apagar essa pasta! Na verdade, toda a minha pasta de anime é intocável. Mesmo estando
na era dos vídeos (e basicamente qualquer coisa) online, eu ainda aprecio ter
as coisas que eu gosto sempre a mão, e ainda não superei meu vício pelo cheiro
de livros novos, o que também se aplica a mangás, é óbvio. Na minha última
resenha de mangá declarei meu amor pelo “Rei Shoujo”, mas também disse que
existem as exceções.
Então, conheça Soul Eater.
Minhas primeiras impressões não
foram as melhores. Basicamente porque ele meio que começa pelo final, quase
literalmente, o que (obviamente) torna bem difícil entender o que está acontecendo.
Mas com o desenrolar do primeiro episódio as explicações básicas são feitas e
acaba sendo bastante interessante.
Quem é fã do gênero sobrenatural
tem uma mão cheia com esse mangá/anime.
No universo fictício de Soul
Eater, a Escola Shibusen existe como propósito de eliminar os “Ovos de Kishins”,
seres que geralmente se alimentam de almas humanas para obter mais poder, sendo que,os próprios "Ovos de Kishin" eram almas humanas, mas foram corrompidas e cruzaram um limite que não tem retorno. Os Kishins
são personagens muito bem trabalhados pelo autor, que pôs um grande esforço
para fazer com que eles sejam bastante distintos entre si. Ao logo do mangá/anime, alguns se
destacam mais do que outros, assim como algumas bruxas que na trama são os inimigos
naturais da Shibusen. Sendo fiel ao esteriótipo nada favorável, em sua maioria
as bruxas do enredo são más e de “natureza destrutiva”.
"A maioria das bruxas destaque na série são baseadas em um animal diferente e suas características, suas personalidades, estilos de luta e feitiços são em função desse animal."

Focando apenas nesses três grupos
não há muito que eu possa dizer sem revelar coisas importantes. Mas se o foco
for redirecionado para o contexto em geral, as jornadas dos personagens são bem
trabalhadas pelo autor que sabe manter o ritmo e faz com que eles evoluam
pessoalmente e também nas “atividades” em grupo. Decisões precisam ser tomada,
e sacrifícios precisam ser feitos, mas a ideia central permanece a mesma. O trabalho
dos artesãos e armas continua sendo manter a paz no mundo, mas é claro que o
autor aumenta o nível de dificuldade da tarefa com o andar da carruagem.
O mangá foi publicado de 2004 a 2013, conta com 25 volumes e 113 capítulos. O anime foi originalmente exibido em 2008 entre abril e março com 51 episódios. E também atende a diversas plataformas de jogos com Soul Eater: Monotone Princess para Wii e Soul Eater: Plot of Medusa para Nitendo DS, ambos em 2008; e Soul Eater: Battle Resonance para PlayStation 2 e PlayStation Portable em 2009.
E vale lembrar que devido as diferenças nas datas de publicação, o mangá e o anime tem finais distintos.
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