Título: Jogando por controle
Autora: Peyton Corinne
Editora: Arqueiro
Número de páginas:368
Sinopse:
Rhys está desesperado para sentir qualquer coisa. Sadie não aguenta mais sentir tanto.
Rhys Koteskiy está de volta. Pelo menos é o que todo mundo espera. Na semifinal do último ano, o astro do time de hóquei da Universidade Waterfell levou uma pancada tão violenta que até hoje luta para se recuperar. Atormentado por pesadelos e crises de pânico quando pisa no rinque, ele se pergunta se algum dia vai jogar de novo – e se é isso mesmo o que quer.
Sadie Brown está determinada a não perder o foco neste semestre. Afundada em dívidas, ela se vira do avesso para conciliar os estudos, a batalha pela guarda dos irmãos mais novos e os treinos de patinação artística. Com seu temperamento difícil, sua reputação no campus não é das melhores.
Quando ela presencia uma crise de pânico do melhor jogador da equipe de hóquei e tenta ajudá-lo, nasce uma inusitada identificação entre os dois. Rhys sente um vazio enorme e não consegue resgatar sua paixão pela vida, enquanto Sadie, sempre tomada por alguma emoção, não aguenta mais lidar com tanta intensidade.
Mas o caminho para a cura não é fácil, e os segredos que eles guardam um do outro só complicam as coisas. Numa trama marcada por traumas, descobertas e a promessa de um futuro, Rhys e Sadie percebem que, por mais doloroso que seja, às vezes é preciso cair para aprender a voar.
Rhys Koteskiy está de volta. Pelo menos é o que todo mundo espera. Na semifinal do último ano, o astro do time de hóquei da Universidade Waterfell levou uma pancada tão violenta que até hoje luta para se recuperar. Atormentado por pesadelos e crises de pânico quando pisa no rinque, ele se pergunta se algum dia vai jogar de novo – e se é isso mesmo o que quer.
Sadie Brown está determinada a não perder o foco neste semestre. Afundada em dívidas, ela se vira do avesso para conciliar os estudos, a batalha pela guarda dos irmãos mais novos e os treinos de patinação artística. Com seu temperamento difícil, sua reputação no campus não é das melhores.
Quando ela presencia uma crise de pânico do melhor jogador da equipe de hóquei e tenta ajudá-lo, nasce uma inusitada identificação entre os dois. Rhys sente um vazio enorme e não consegue resgatar sua paixão pela vida, enquanto Sadie, sempre tomada por alguma emoção, não aguenta mais lidar com tanta intensidade.
Mas o caminho para a cura não é fácil, e os segredos que eles guardam um do outro só complicam as coisas. Numa trama marcada por traumas, descobertas e a promessa de um futuro, Rhys e Sadie percebem que, por mais doloroso que seja, às vezes é preciso cair para aprender a voar.
Nosso mocinho é jogador de hóquei, ele está com tudo na temporada, até que sofre uma pancada em um dos seus jogos. Um dos jogadores rivais comete uma falta gravíssima em nosso personagem principal. Ele acaba se machucando muito - na verdade, quase morre.
Depois de um ano, desse incidente infeliz, Rhys tem sequelas. Ele sofre síndrome do pânico, precisa tomar remédios para dormir, por causa dos pesadelos que o atormentam e o deixam com insônia. Ele é aquele típico jovem que finge que está tudo bem em sua vida, mas na verdade tudo está uma verdadeira zona. Sua vida está cinza, sem sentido e sem sentir nada.
No entanto, tudo muda, quando conhece a dançarina artística Sadie Brown. Ela é uma patinadora muito determinada, que tem 16 anos, estudiosa, trabalha para sustentar ela e seus dois irmãos. Os seus pais? Não são presentes, sua mãe a abandonou quando era criança - quando tinha apenas 9 anos. Já seu pai, é um alcoólatra, que vive bêbado.
Então Sadie precisa ser forte por ela e pelos seus irmãos mais novos, que se chamam Oliver e Liam.
Na primeira interação entre Rhys e Sadie, a nossa mocinha já mostra para que veio, e ela não irá baixar a cabeça para ninguém. Claramente é isso, e muito mais, que mexe com a cabeça do nosso capitão.
Ele quer muito conhece-la, mas ela por sua vez está focada na patinação artística, nos estudos, no trabalho e na luta pela guarda de seus irmãos. Sadie não quer e não precisa de uma distração em sua vida, neste momento.
Todavia, para o seu mundo não ruir, ela precisa de momentos de prazer em sua vida, para esquecer seus problemas.
Assim Rhys e Sadie começam uma amizade colorida, e o que era para ser simples, começa a surgir alguns sentimentos, o que pode complicar tudo.
Rhys sabe muito bem o que quer. Será que Sadie está preparada para viver um romance com o capitão (gostoso) de hóquei? Ou não? O que vocês acham?
"Jogando por controle", da autora Peyton Corinne, foi uma agradável surpresa para mim.
Comecei essa leitura, para ser exata, no domingo à noite, e terminei ontem - terça - feira às 20 horas. O livro é curto, tem 368 páginas, mas é um livro com temas um pouco complicados. Então eu lia e precisava respirar um pouco e continuava - nessa leitura específica eu fui degustando bem aos poucos.
A narrativa da autora foi bem envolvente, intensa, real e um pouco depressiva - na minha humilde opinião. As coisas começam realmente a acontecer quando os dois personagens interagem pela primeira vez e uma amizade surge entre eles, o que foi mais ou menos em 30 % da leitura, talvez. Os dois personagens principais narram - o que preciso mencionar que gosto bastante, porque assim nós conhecemos cada um deles.
Um detalhe que preciso comentar, peguei um pouco de ranço da Sadie, porque ela, às vezes é muito grossa e dá migalhas para o Rhys. Não tive paciência com ela. Porque sinceramente ela tinha vários problemas, mas precisava ser grossa daquele jeito com Rhys? Eu acho que não, né!? Até porque, Rhys também tinha alguns, no entanto, não dava patadas sem sentidos nos outros.
O livro não é só um romance, tem assuntos importantes sendo tratados aqui como, o abandono e negligência dos pais, vício em álcool, síndrome do pânico, relação toxica e sobre recomeço da vida e dos sonhos.
Indico demais para todos essa leitura. Para mim foi 10/10 e favoritado. Preciso ler todos os livros que essa autora escrever.











Nenhum comentário:
Postar um comentário