Título Original: Return To Silent Hill.
Direção: Christophe Gans.
Elenco: Jeremy Irvine, Hannah Emily Anderson, Robert Strange.
Gênero: Terror.
Notinha: 3/5
SINOPSE
Acompanha a terrível estadia de James (Jeremy Irvine) numa cidade aterrorizante. Quando ele recebe uma carta misteriosa de seu amor perdido após ter se separado dela, James é intimado a voltar para uma cidade esquisita chamada Silent Hill. Na carta, está a promessa de que irá encontrar sua preciosa alma gêmea novamente. No entanto, com o passar dos dias nessa comunidade antes reconhecível, eventos bizarros causados por uma força malévola desconhecida começam a acontecer. Conforme ele se aprofunda na cidade, James vai dando de cara com figuras sombrias, familiares e monstruosas. Sem entender o que está acontecendo e que força é essa que tem tanta influência na cidade, o rapaz começa a questionar a sua sanidade mental enquanto desvenda uma verdade apavorante com a esperança de permanecer forte o suficiente para resgatar a sua amada.
CRÍTICA
Os anos 2000 são tendência mesmo, não é? Quase quinze anos sem filmes da franquia Silent Hill, da aclamada séries de jogos de mesmo título. Confesso a vocês que a muito tempo não visitava esse universo, mas curiosamente tenho a lembrança de alugar em VHS para assistir o primeiro de 2006, lembro bem da estética marcante do primeiro filme e não por acaso ela é bem revisitada e talvez até homenageada no filme atual, o fato de ambos serem dirigidos pelo mesmo cara faz toda diferença. Pois por mais que tenhamos duas décadas entre os dois filmes, parece que eles dialogam muito entre si e isso certamente não é uma coincidência e sim uma escolha de todos que conceberam mais uma sequência.
Eu gostei muito da fotografia gélida e fria, naquele universo esquecido e aterrorizante o cenário é mais um elemento assustador com os monstros e mistérios que o protagonista tem que enfrentar.
A história em si não é a mais inovadora, coração partido, culpa, estar no limite entre insanidade e realidade mas de um modo geral não achei que ficou ruim, acredito que as novas gerações vão se agradar.
Assim como a fotografia outros elementos que se destacam são sonoplastia, trilha sonora e as atuações do trio principal que convencem em seus respectivos papéis.
Boa sessão!











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