Crítica | Uma segunda chance

Título Original: Reminders Of Him 
Direção: Vanessa Caswill
Roteiro: Colleen Hoover, Lauren Levine
Elenco: Maika Monroe, Tyriq Withers, Rudy Pankow

Sinopse: Em Uma Segunda Chance, Kenna Rowan (Maika Monroe) é uma jovem que, no passado, cometeu um erro que a coloca atrás das grades. 

Sete anos mais tarde, agora como ex-detenta, ela tenta reconstruir a vida, retornando à sua cidade natal em Wyoming. Sem oportunidades, ela passa a enfrentar a dura realidade de um mundo marcado pelo preconceito enquanto tenta se aproximar da filha pequena Diem que nunca a conheceu. Continuamente rejeitada pelos avós de Diem, que se recusam a deixar Kenna se reconectar com a filha, a jovem encontra consolo e uma compaixão inesperada em Ledger Ward, ex-jogador da NFL e dono do bar mais famoso da região. À medida que se aproximam, um romance secreto e profundo se desenvolve, colocando os dois em perigo. Kenna, então, precisa lidar com os traumas do passado, buscando se perdoar e se permitindo viver um amor capaz de curar as maiores dores de um coração partido.
                                                      Crítica

A história de Uma Segunda Chance, escrita pela rainha Colleen Hoover, finalmente chega aos cinemas hoje, dia 19 de março! 

Fui convidada pela Espaço Z e pela Universal Pictures para a cabine de imprensa desse filme e… o que dizer? Eu já estava em surto desde o anúncio da adaptação, e quando assisti ao trailer, fiquei ainda mais em êxtase!

Confesso que ainda não li o livro, mas depois de assistir à adaptação essa semana, já coloquei na lista e pretendo ler em breve. Porque se o filme já mexeu comigo desse jeito, imagina o que o livro fará com o meu emocional.

Aqui, vamos conhecer Kenna Rowan (Maika Monroe), que acaba de voltar para sua cidade natal — o lugar onde tudo começou, mas também onde tudo desmoronou. Devastada e sem dinheiro suficiente, ela aluga um pequeno espaço para morar e, em meio ao desespero, precisa encontrar um trabalho o quanto antes.

Porém, em todos os lugares por onde passa, ninguém está disposto a lhe dar uma chance. O motivo? Ela acabou de sair da prisão. Até então, não é revelado exatamente o que aconteceu, acompanhamos apenas alguns flashes de sua vida através da atuação da protagonista, deixando o mistério no ar nesse primeiro momento.

Depois de muitas negativas, Kenna acaba se lembrando de uma livraria que costumava frequentar com seu ex-namorado. Ao chegar lá, porém, descobre que o local já não existe mais,  agora, o espaço se transformou em um bar.

E é justamente aí que as coisas começam a ficar interessantes. O dono do bar é ninguém menos que Ledger Ward, ex-jogador da NFL e melhor amigo do seu ex-namorado.

Os dois acabam se aproximando e até flertam, mas sem saber quem realmente são. Ledger não faz ideia de que aquela jovem loira é a ex do seu melhor amigo… e Kenna, por sua vez, também não sabe quem ele é de verdade.

Kenna consegue um emprego como caixa em um supermercado e, finalmente, dá o primeiro passo para reconstruir sua vida. Com essa conquista, ela passa a focar em seu segundo  e mais importante  objetivo: tentar se aproximar da filha.

A pequena tem apenas 5 anos e vive com os avós por parte do pai, que cuidam dela desde o nascimento. Kenna deu à luz enquanto ainda estava na prisão, e o mais doloroso de tudo é que sequer pôde tocar a própria filha.

É nesse momento que Kenna e Ledger têm sua primeira grande discussão — e é aí que o clímax da história simplesmente dispara. A tensão cresce de forma intensa, elevando a carga emocional em praticamente 70%, e tudo começa a ganhar ainda mais força nas telonas.

É também quando Ledger descobre, de fato, quem Kenna é. E, junto com ele, nós, telespectadores, finalmente entendemos o motivo que a levou a passar sete anos presa. O acontecimento realmente é falado em quase 90% do filme, que temos uma cena completa do passado, onde Kenna conta com detalhes o que aconteceu para Ledger, no acidente daquela noite fatídica. 

O que eu achei ?

O filme Uma Segunda Chance, com roteiro de Colleen Hoover e Lauren Levine, simplesmente entrega tudo  e um pouco mais. É uma história que me pegou de jeito, me atravessou mesmo… e eu me acabei de chorar em várias cenas.

Depois de assistir à adaptação, a minha vontade de ler o livro só aumentou. Quero muito mergulhar ainda mais nesse enredo e acompanhar o desenvolvimento dessa história com mais profundidade.

Sou completamente apaixonada pelos livros da Colleen, e tenho certeza de que com esse não será diferente  já sinto que vou me apaixonar perdidamente… e, claro, ter o emocional completamente destruído durante a leitura.

Sobre as atuações, achei que os protagonistas têm uma química simplesmente surreal, daquelas que a gente sente de verdade em cena. Isso fez toda a diferença para a história, deixando tudo ainda mais intenso e envolvente.

Além disso, temos uma playlist simplesmente maravilhosa, que me conquistou completamente, impossível não se apaixonar pelas músicas que embalam essa história.

Nota final: 5 estrelas. A Universal Pictures entregou um filme impecável, emocionante e envolvente do início ao fim. Tenho certeza de que vocês vão amar esse longa! Se você gosta de um bom drama, romance e ainda quer algumas cenas leves e engraçadas para equilibrar a emoção… pode apostar, essa é uma escolha certeira.

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