Resenha: Troopers da Morte | Joe Schreiber

Título: Troopers da Morte 
Autor: Joe Schreiber
Editora: Aleph 
Número de páginas: 326 
Classificação
Sinopse: Quando a nave-prisão imperial Purgação – residência temporária de quinhentos dos mais cruéis assassinos, rebeldes e ladrões – quebra em um ponto isolado do espaço, a única esperança da tripulação parece estar em um destroier estelar encontrado vagando no vazio. Uma equipe de inspeção é então enviada à nave abandonada, em busca de peças para o conserto da Purgação. No entanto, somente metade dos integrantes da equipe retorna... trazendo consigo uma terrível doença, tão letal que, em questão de horas, quase toda a tripulação a bordo do Purgação morre dos modos mais assustadores. E a morte é apenas o começo.


Resenha –

Imagine a novelização de um filme com roteiro em conjunto de J. J. Abrams e George Romero: essa é a perspectiva ideal para resumir o que de fato é Troopers da Morte.
   Ambientado na nave-prisão Purgação, estagnada em um ponto solitário da galáxia por conta de uma falha, o livro narra a estória de dois irmãos presos. O mais novo, ainda inconformado com a morte do pai, procura se manter forte como o irmão mais velho, lidando da maneira que pode devido ao luto. 
   Do lado de fora, um destróier imperial abandonado é detectado. Uma equipe de inspeção é enviada da para investigar a possível causa do ocorrido e procurar por peças para o conserto da nave. A bordo, eles se deparam com uma doença de contágio imediato. Após o retorno a nave-prisão, os sintomas aparecem. Primeiro, a tosse Em seguida, os vômitos. Por fim, a morte.



   Dos mais de 500 a bordo, prisioneiros e guardas, apenas 6 sobrevivem. Corredores e jaulas se apinham de corpos. O cheiro da morte paira sobre o ar, denso e forte. Entre os vivos estão os irmãos e a médica da nave, Zahara Cody, que se mostram imunes ao provável vírus. O mais estranho disso tudo talvez sejam os corpos que desaparecem de uma hora para outra e a única salvação para eles são as cápsulas de fuga presentes na Purgação, ou talvez, o destróier onde a contaminação começou...


   Num ritmo rápido, capítulos curtos e uma narrativa coberta de sanguinolência, as páginas são viradas sem nem notarmos. Os zumbis são um ponto a parte: o desejo de sangue e carne é o mesmo dos tão famosos filmes trash dos anos 80, porém, com uma peculiaridade a mais, no estilo Star Wars.
   Tem mais o que falar das edições de Star Wars da Aleph? O acabamento, a diagramação e principalmente a capa (motivo pelo qual comecei a leitura, admito), tudo lindo e impecável.

2 comentários:

  1. Acredita que nunca li Star Wars? Nem tinha visto os filmes, mas assisti o ultimo e achei bom, só um pouco longo de mais kkkkk

    Beijokas da Mylloka :*
    http://myllokasecret.blogspot.com.br/

    ResponderExcluir
  2. Oi, Paulo! :)

    Eu estou a p a i x o n a d a pela capa desse livro haha e a sinopse/sua resenha me deixou muito curiosa para ler!
    Adoro Star Wars ♥

    Beijos,
    Flávia Bergamin
    http://voceetaolivro.blogspot.com.br/

    ResponderExcluir